Portugal vai receber um Campeonato do Mundo de futebol. É o culminar de um esforço de quase 15 anos. Foi a 19 de janeiro de 2009 que as federações portuguesa e espanhola formalizaram a candidatura ao Mundial 2018. Esse torneio foi perdido para a Rússia, mas, uma década depois, voltou-se à carga tendo em vista o Mundial 2030, soube-se esta semana, com sucesso. Os dirigentes (desportivos e políticos) da Península Ibérica socorreram-se da sua melhor diplomacia: convidaram a Ucrânia (entretanto descartada), aliaram-se a Marrocos e aceitaram ceder os primeiros três jogos aos adversários sul-americanos que queriam organizar a prova. Desengane-se, porém, quem pensa que o mais difícil está feito. Os argentinos já avisaram que querem mais do que um jogo e os marroquinos pretendem receber a final. É natural, e exigível, que cada um procure o melhor para si. Está muito em jogo. Num artigo na ‘Marca’, Héctor Gómez, ministro espanhol da Indústria, Comércio e Turismo, apontou a 5,5 mil milhões de euros de receita com turistas e a 82 mil novos empregos no seu país devido ao Mundial. Portugal tem o galo de Barcelos como um dos seus símbolos. Que não perca o pio nesta capoeira.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
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