Miguel Alexandre Ganhão
Subchefe de RedaçãoPassos Coelho foi importante para Portugal. Quer na condução do País nos tempos difíceis da troika, que culminaram com uma “saída limpa” em maio de 2014, mas, sobretudo, pela coragem que revelou ao afrontar uma das mais poderosas famílias do setor financeiro, debelando pela raiz uma teia de negócios que ameaçava capturar o Estado e deixar reféns milhões de depositantes.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
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