Pedro Lopes
Presidente da direção da ASF-ASAEA ASAE volta a ser sentinela num país que, entre cheias e sobressaltos, nunca descansa. Enquanto a água e o vento invadem ruas e destroem habitações e comércios, há sempre quem tente transformar a urgência em lucro fácil, explorando o medo e a fragilidade alheia. É nesse instante que a autoridade surge, discreta, mas firme, a travar o açambarcamento, a especulação e o oportunismo que floresce quando o caos abre brechas. Já o fez na pandemia, quando máscaras duvidosas e milagres engarrafados prometiam segurança a quem só queria proteção. Voltou a fazê-lo na crise inflacionária acesa pela guerra da Ucrânia, quando os preços subiam mais depressa do que qualquer explicação plausível. No IVA zero da alimentação, foi árbitro atento, garantindo que o alívio chegava ao consumidor e não se perdia pelo caminho. Hoje, no meio da tempestade, repete o papel ingrato: impedir que a tragédia seja negócio. Talvez não renda aplausos, mas sem esta vigilância o país seria sempre mais vulnerável e mais injusto.
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