Oito meses para contar os votos! Aqui há gato, dirão uns; mais vale tarde do que nunca, outros. Luís Filipe Vieira ganhou as eleições com mais de 62 por cento dos votos. Não se entende, por isso, que perante as suspeitas disto ou daquilo o reeleito líder do Benfica não se tenha apressado a mandar o presidente da Mesa da Assembleia-geral, Virgílio Duque Vieira, a contar os papelinhos. Com uma vantagem tão grande era só contar e calava toda a gente. Duque ainda prometeu que o fazia. De repente, sem se perceber os essenciais porquês, mudou de ideias. E até fez questão de observar que se alguém desconfiasse de alguma coisa podia recorrer aos tribunais. O advogado Jorge Mattamouros, familiar do candidato derrotado Noronha Lopes, foi o único que seguiu tal conselho. Avançou com uma ação contra Vieira e o Benfica. Exige uma investigação a tudo o que se passou nas eleições mais concorridas de sempre das águias. E até fez questão de lembrar que as "urnas" foram "levadas para lugar incerto por indivíduos afetos ao círculo de influência de Luís Filipe Vieira". E levadas por quem? Mattamouros não tem dúvidas: "A empresa em questão [a que levou as urnas] é controlada por um ex-atleta de pugilismo do clube, atualmente chefe de segurança da equipa de futebol profissional, e conhecido nos meios benfiquistas como apoiante leal de Luís Filipe Vieira."
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