Katy Hessel escreveu ‘A História da Arte sem Homens’, um rigoroso percurso da arte feita por mulheres desde o Renas- cimento. Face ao enviesamento brutal da historiografia, o conceito é radical e é bom. Lê-se e pensa-se “como é que ninguém se lembrou antes de o escrever?” Hessel percorre todos os períodos e movimentos artísticos com as artistas de cada um. O radicalismo feminista da autora foi indispensável, mas, sem afectar o rigor histórico, exagera aqui e ali, permitindo que a subjectividade vá perturbando o discurso analítico. E omite ou silencia o que as mulheres podiam ou não não podiam criar na Ásia, Américas, África e Oceania até ao século XX, fazendo parecer a Europa uma casa de horrores, o que a leitura atenta do próprio livro desmente. De 2022, o livro ecoa o pico do radicalismo discursivo anti-ocidental no Ocidente.
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