Em Israel e um pouco por todo o mundo aguarda-se a libertação dos reféns do 7 de outubro. Dos vivos e dos mortos que restam. Há mais de dois anos. As negociações a decorrer em Sharm el-Sheikh deram a esperança. Durante este tempo de guerra e sofrimento foram muitas as “armadilhas de senso comum” - como desabafa Bernard-Henry Lévy, que justificaram os limites do mal: “O intemporal, imutável e eterno sim, ... mas e o contexto”.
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O modo como o Irão irá aceitar o seu futuro, marcará o compasso da paz ou da guerra.
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