William Fox e Walt Disney não eram figuras de proa quando Hollywood iniciou a conquista do Mundo. O primeiro, nascido na Hungria e forçado a americanizar o apelido materno, caiu na ruína logo em 1929 e foi afastado por Darryl Zanuck, líder da 20th Century, enquanto o homem vindo de Chicago para a Califórnia com o irmão Roy era encarado como alguém que nunca passaria do gueto da animação.
Certo é que os estúdios por eles fundados, e que ainda hoje mantêm os seus nomes no quotidiano de milhões de pessoas à volta do Mundo, expandiram-se a todo o tipo de negócios ligados à comunicação e ao entretenimento, e na semana passada anunciaram a fusão. Assim nasce um colosso que vai do Mickey ao ‘Family Guy’, passando pelos Jedi de ‘Star Wars’.
Num mundo dominado pela Amazon, Facebook e Google, os sucessores do pai do rato e do homem com nome de raposa mostram que o império dos conteúdos contra-ataca e pode fazer com que o 21º século também seja seu.
A força está forte
Já em exibição nos cinemas, ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ é um dos melhores filmes da saga em 40 anos.
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