Miguel Relvas
Ex-ministro no Governo de Passos CoelhoO regresso recorrente do debate encapotado sobre a regionalização diz menos sobre uma estratégia de desenvolvimento territorial e mais sobre a dificuldade do sistema político em enfrentar a realidade e assumir custos democráticos. Portugal não falha por ausência de estruturas intermédias; falha por ter um Estado pesado, ineficiente e excessivamente centralizado, que distribui lugares em vez de responsabilidades. A tentativa de impor uma regionalização administrativa pela porta do cavalo e sem legitimidade política revela a aversão em enfrentar a exigência constitucional de legitimação democrática através dos necessários referendos.
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