Ano novo, vida velha. É a sensação nestas primeiras horas de 2026, quando todos os problemas políticos de 2025 continuam connosco. Não há paz na Ucrânia. A China continua a rondar Taiwan com uma fome gulosa - e perigosa. Trump mantém o cerco à Venezuela, consagrando na prática a nova ‘esfera de influência’ de Washington. E, no Médio Oriente, o Hamas persiste em Gaza, pronto para continuar a luta contra ‘entidade sionista’. Cá dentro, o mesmo filme. Luís Montenegro bem pode canibalizar o exemplo de excelência de Cristiano Ronaldo. Mas continuamos com um governo minoritário, que depende das boas graças da oposição para governar e sobreviver. Reformas, nem uma. E as presidenciais, ganhe quem ganhar, prometem levar para Belém uma figura secundária que, em certos casos, nem a respectiva tribo convence. Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
Tivesse o ensino público cumprido o seu papel e os camaradas dominariam o básico sobre a sua própria ideologia.
O PS e o Chega sabem que terão três anos de oposição, com o inevitável desgaste que estes desertos provocam nas chefias.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos