Tenho vontade de insistir para que dois dos meus vizinhos se candidatem às próximas presidenciais. São pessoas de boa estatura moral, apresentáveis e, como convém, com muitas propostas (quase todas inexequíveis e cómicas) acerca da pátria. Perguntais-me: e assinaturas para isso? Esclareço: a ideia não é tê-los nos debates mas distribuí-los por 12 milhões de boletins de voto e dar-lhes alegria ao ego e um pesadelo às famílias. Quando se vir que não conseguem as assinaturas ou que um deles é inelegível, já será tarde, mas (na época da impressão rápida e da tecnologia avançada) a CNE e o Tribunal Constitucional não vão fazer novos boletins “porque não há tempo”. Nos papeluchos destas presidenciais isso acontece com alguns dos candidatos: estão lá, mas não existem; não havia tempo para tirá-los. Não sei se a “impossibilidade” se repete na segunda volta, só com duas exíguas semanas para imprimir os folhetos. Creio que não, e que será de braço no ar. Eles não imaginam que os jornais diários já são impressos todos os dias.
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Não sei se a “impossibilidade” se repete na segunda volta, só com duas exíguas semanas para imprimir os folhetos.
Todos os anos se repete este receio anunciado. Tergiversemos: desejo-vos luxúria, saúde e beleza. Uma trilogia.
"Ideal seria Mendes e Seguro na segunda volta. Não entusiasma? Mas é o que temos".
As mensagens políticas de Natal são um intruso que se senta à mesa da família.
As reuniões familiares natalícias são mais importantes do que a campanha eleitoral.
Cristo, aliás, é um ironista que não tem a ver com a fé nem com as suas prerrogativas. Este dia é uma paragem no tempo.
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