De entre a imensidão de coisas que foram ditas nos últimos dias, no meio do caos e extrema violência, impõe-se uma análise às declarações proferidas pelo parlamentar Fabian Figueiredo. Concordando, em absoluto, quando diz “somos todos iguais perante a Lei”, torna-se difícil a descodificação da mensagem quando refere que “21% da população negra tem mais probabilidade de ser mortalmente atingida pela Polícia”. Deixa no ar duas hipóteses de conclusões, ambas preconceituosas e sem fundamento, uma que a polícia é racista e xenófoba, ou, em sentido oposto, que por terem determinada origem são mais propensos ao crime. Inaceitável!
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Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Quem escreve os discursos do PM não conhece bem a importância das palavras.
Um modesto contributo. Uma reflexão para futuros frente a frente. Porque daqui a três anos teremos de novo eleições.
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