Quando Ricardo Salgado era o DDT (dono disto tudo), o BES (Angola) concedeu créditos de milhares de milhões a dirigentes do MPLA, sem garantias. Como nunca foram pagos, o BESA tornou-se pré-insolvente. Por arrasto, o próprio BES (tinha 56% do BESA) viu afectados os seus rácios e credibilidade junto do Banco de Portugal (BdP). Salgado engendrou um esquema mirabolante. Foi a Luanda, com o seu parceiro e advogado Proença de Carvalho, e obteve, da parte do Presidente Dos Santos, uma falsa garantia soberana a favor do BESA, de 5.7 mil milhões de dólares. A validade da garantia, junto do BdP - que afiançava a solvência de BESA e BES –, foi atestada por parecer jurídico do escritório de Proença. Aquando da resolução do BES, em 2014, como a garantia nada valia, o Estado assumiu o prejuízo. Salgado irá agora ser julgado no processo BESA. Proença, intocável, lidera o “Manifesto dos 50” que querem domesticar a Justiça.
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