Microchips, sensores de intensidade, programas de IA que ajudam o VAR a tomar decisões. O futebol acompanha a assustadora evolução tecnológica dos nossos tempos e o Euro’24 chegou cheio de artifícios. São percecionados pelos intervenientes a cada partida mas também pelos telespectadores que assistem a transmissões cada vez mais profissionalizadas. Mas que margem fica para a possibilidade de erro, a emoção que ele acarreta e para essa coisa tão deliciosamente humana que é a falha? Falha que, não sejamos hipócritas, foi motor de alimento do futebol durante século e meio. Enquanto os protagonistas do maravilhoso desporto forem humanos, a ausência total de erros será uma impossibilidade. Mas os tempos são inquietantes e o avanço tecnológico traz possibilidades mil. Por isso, o grande desafio é saber quando parar. Sob pena de qualquer dia estarmos a ver qualquer outra coisa menos futebol.
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