Nos anos trinta, ou quarenta, Moledo praticamente não existia. Também o Minho, como hoje o leitor o conhece, não existia ainda: era, à luz do que somos hoje, uma recordação literária ou sentimental, cheia de vinhas nas colinas e de procissões que já não se repetem senão na nossa melancolia. Passados muitos anos – esta semana – Moledo é uma pátria pessoal de que o país se evadiu, deixando atrás de si um perfume de bronzeador. Devolvidos às suas vidas, os veraneantes são já uma recordação.
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