Batida a batida, num crescendo acompanhado por uma voz que narra a vida como quem carrega às costas mais experiência do que idade. Tem pouco mais de trinta anos, mas escreve sobre amor, identidade e vivência com a densidade de quem já viveu algumas vidas. O que escreve não fica atrás de poesia, e tem a capacidade para narrar a cultura com a distância suficiente para a compreender, mas com proximidade suficiente para a sentir. As suas letras escondem mensagens profundas, e algumas dão significado à palavra saudade. Musicalmente, percorre vários ritmos, o que o torna capaz de me acompanhar em diferentes estados de espírito e encher vários tipos de playlists. Tornei-me fã ainda em trabalhos anteriores, quando percebi que o Slow J é um analista atento da sociedade. Aliás, já tinha tido a oportunidade de elogiar o seu trabalho numa ida minha a um programa da Rádio Observador, no ano passado. É alguém que, através da música, faz ligações entre vários pontos das sociedades, sempre ancorado na herança cultural que, com muito orgulho, partilhamos com os países de língua portuguesa.
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