O novo governo nasce velho. Gigantesco, "fazendo do primeiro-ministro um déspota absoluto", escreveu Vasco Pulido Valente. E com nomes de ministérios e secretarias de Estado em novilíngua, a língua de trapos da política, nomes com "acção" e "transição", mas nenhum da indústria, escreveu Pacheco Pereira. E nasce velho iludindo o "familygate", que Costa disse antes não ser problema, mas agora atirou para debaixo do enorme tapete do "businessgate".
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