Rute Almeida, magistrada do Ministério Público
De manhã, o telefone tocou porque uma vítima acabara de chegar ao DIAP agredida pelo companheiro.
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Sinto que o trabalho não é apenas combate, que tem valor social imprescindível.
Sonhamos com uma justiça mais rápida e mais assertiva.
A resposta tem de existir, rápida e proporcional, sem esmagar o futuro.
A justiça, naquele ano, fez-se assim: entre soluções improvisadas, tarefas que não vinham no manual e um trabalho que quase ninguém vê.
Não queria aplausos, apenas reconhecimento pelo que o seu esforço representava.
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