Fernanda Cachão
Editora da Correio DomingoHá coisa de um ano, o atual primeiro-ministro pediu a demissão de Galamba - e com esta constatação não quero dizer que não tivesse razão em fazê-lo. Lembro-me ainda da ocasião em que a ponte de Entre-os-Rios caiu. O ministro Jorge Coelho apresentou a demissão, por sentir como sua a responsabilidade do sinistro e não por ter sido ele a construir a ponte. Entendeu, imagino, que esta seria devida porque, algures na cadeia que comandava, estava a possibilidade de se ter evitado a derrocada. Montenegro disse que o Governo não pode “andar atrás de pré-avisos de greve”, mas anda. Pré-avisos de greve eufemísticos, quando responde em sete meses de Governo a boa parte das classes profissionais que ajudaram a desgastar Costa. Se bem me lembro, os do INEM não estavam no lote. Luís Montenegro justificava daquela maneira porque considera que as mortes devido a perturbações no INEM não implica a responsabilidade da tutela - uma posição difícil de sustentar quando foram avisados da greve. O ordenado dos técnicos do INEM, que respondem a situações de vida ou morte, anda mais ou menos a par do dos calceteiros. Estranho é que não tenham feito greve mais vezes.
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