É improvável que tudo continue na mesma, quando até um chatbot com inteligência artificial escreve fluentemente sobre o sentido da vida e o Keith Richards se queixa da artrite. O guitarrista que fez de tudo para ser um cadáver bonito comemorou, no dia 18, oitenta anos de vida. Mas este ano foi-se embora mais cedo, aos 66, outro que a levou maravilhosamente da pior maneira, Shane MacGowan; e em Dublin, o enterro do vocalista dos The Pogues mostrou como não são necessários funerais tristes. Rita Lee morreu de doença, em maio, como Sara Tavares, tão nova, há semanas. Tony Bennett foi-se a quatro anos de fazer a centena. Foi também embora ‘Nothing Compares 2U’ Sinead O’ Connor, Carlos Saura, Tina Turner, Millan Kundera, o extraordinário Rui Nabeiro e Carlos Avillez. Bobby Charlton acabou por morrer como tantos outros de ‘uma queda no lar’ depois de ter sobrevivido ao acidente aéreo que matou, em 1958, oito jogadores do Manchester United. São os chamados "imponderáveis" ou a "sorte malvada" como também se dizia para nomear o azar. Em 2023 até a maioria robusta do PS se finou e Marcelo desiludiu.
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