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Francisco Moita Flores

Francisco Moita Flores

Professor universitário

O assalto

10 de setembro de 2026 às 00:30

Por motivos da minha função quando estive na PJ, durante os primeiros dez anos estive numa Brigada que investigava furto qualificado e assaltos à mão armada. Vi centenas de cenários de crime por escalamento, por chave falsa, por arrombamento. São crimes de difícil resolução quando acontecem em ambientes não controlados. O que não é o caso do gabinete do chefe do Chega. O policiamento e a videovigilância em locais estratégicos da Assembleia da República retiram dificuldade a este descobrimento. E é urgente que se saiba. Urgente por ser um ataque a um órgão de soberania, urgente porque num tempo em que este partido começou, de repente, a falar de ética, urgente porque é impossível não saber quem consumou o alegado ‘assalto’.

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