A flotilha que integra Mariana Mortágua e mais dois ativistas portugueses faz lembrar o tempo das Cruzadas. Não tanto pelo carácter belicista, sobretudo pelo tempo que demoram para chegar a Gaza, se é que alguma vez chegarão. Vai para um mês que estão no mar e, pelos vistos, bem dispostos. O surgimento de drones, uma ou outra vez, dá gás à adrenalina, fá-los sentir como verdadeiros gauleses, da aldeia de Astérix que resistem sempre ao invasor.
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Nem o País, nem o crime passam da cepa torta.
Lamento que os tribunais não tenham valorizado o comportamento do delinquente.
Não há dúvidas. Este país não é para ingénuos.
Basta pegar no telemóvel e informá-los que vai chamar a Polícia de trânsito.
Polícias recebem, em média, 30 mil queixas de violência doméstica.
Ganhou uma verdadeira tribo de inimigos, a maioria deles raivosos, que farão de cada derrota uma festa.
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