As notícias que dão conta de que a partir de janeiro, o interior do País pode ficar sem jornais deveria pôr em alerta qualquer governo culto e esclarecido. Parece não ser o caso lusitano. Não bastam as televisões. Aqui, a notícia, ensanduichada entre muitas outras que se sucedem à velocidade de um instante, tem uma frágil dimensão, muitas vezes raiando o fútil. A necessidade de audiências apela, por outro lado, a transmitir o mais simples, com menos palavras, tratando os temas com superficialidade. Os jornais interpelam os leitores. Precisam de mais tempo, de melhor explicação, numa palavra, de melhor informação. Permitem a leitura e a releitura abrindo espaço ao pensamento e à decisão sob o ângulo em que a notícia deve ser abordada.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Lamento que os tribunais não tenham valorizado o comportamento do delinquente.
Não há dúvidas. Este país não é para ingénuos.
Basta pegar no telemóvel e informá-los que vai chamar a Polícia de trânsito.
Polícias recebem, em média, 30 mil queixas de violência doméstica.
Ganhou uma verdadeira tribo de inimigos, a maioria deles raivosos, que farão de cada derrota uma festa.
Trump é, hoje, o expoente máximo dessa amoralidade que clandestinamente usurpou os poderes democráticos do povo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos