Quem ler o Relatório Anual de Segurança Interna, estabelecendo as diferentes relações entre os crimes enumerados, facilmente chegará a uma conclusão que, vista na longa duração do tempo, persiste como as duas graves enfermidades sociais: a violência doméstica e panóplia de crimes a ela associada, assim como a delinquência juvenil, cada vez com maior violência.
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Nem o País, nem o crime passam da cepa torta.
Lamento que os tribunais não tenham valorizado o comportamento do delinquente.
Não há dúvidas. Este país não é para ingénuos.
Basta pegar no telemóvel e informá-los que vai chamar a Polícia de trânsito.
Polícias recebem, em média, 30 mil queixas de violência doméstica.
Ganhou uma verdadeira tribo de inimigos, a maioria deles raivosos, que farão de cada derrota uma festa.
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