Tolice minha, guardar as agendas desde o começo do século. Aborrecimentos, circunstâncias, incómodos e sustos que a memória prudentemente apagou, revivem ao acaso de uma agenda que – tem de ser a mão de Belzebu – cai da prateleira e fica aberta na data de uma situação que, tivesse o Demo exigido pagamento, eu sem refilar teria aberto os cordões à bolsa. Talvez até conseguisse um sorriso, não fosse ele imaginar que o fazia de má vontade, e lhe desse para soprar mais forte as labaredas do Inferno.
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Tão distantes, que já nem exóticos parecem, antes medievais.
O razoável funcionamento da caixa cerebral que armazena os dados.
Mais vezes do que – fosse ela de santo – a paciência aguenta.
Veio a droga, veio o martírio, sobram as ameaças.
Em vez de agradecer os conselhos, mostram má cara.
Um vasto número de portugueses, embora consiga ler um texto, tem dificuldade de interpretá-lo.
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