Depois de várias vindimas noutras regiões, o enólogo Luís Patrão regressou à terra natal em 2005. Sem abandonar o Alentejo (esteve 13 anos no Esporão e continua a ser o enólogo da Tapada de Coelheiros) sentiu que fazia sentido produzir vinhos que refletissem a expressão das castas tradicionais da Bairrada. O projeto familiar começou com meio hectare e produz atualmente 50 mil garrafas, com uvas provenientes de quinze vinhas que somam cerca de 10 hectares (vinhas demasiado pequenas em muitas regiões do país, mas perfeitamente normais na Bairrada). Nos solos de areia e argila encontramos as castas Cercial, Bical e a incontornável Baga, rainha da região e presente na maior parte dos vinhos do produtor.
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