Estamos a poucos meses das eleições para a presidência da Federação Portuguesa de Futebol, embora a data oficial ainda esteja por marcar. Independentemente dos jogos de bastidores e da troca de acusações entre as partes envolvidas na corrida, espero que o candidato eleito tenha efetivamente a coragem de fazer o que já devia ter sido feito e promova uma reformulação dos campeonatos profissionais. Quer Nuno Lobo, que já oficializou a candidatura, quer Pedro Proença, que vai adiando a formalização do que todo o País já sabe, afirmaram publicamente que é preciso mudar os quadros competitivos em Portugal, mexendo na pirâmide da base (distritais) até ao topo (I Liga). A alteração peca por tardia e só não é ainda uma realidade porque nunca existiu a coragem necessária (nomeadamente de Proença, nos três mandatos à frente da Liga) para afrontar os clubes profissionais. Os grandes, apertados por um calendário internacional cada vez mais exigente, receosos de ficarem sem as receitas milionárias da UEFA e pouco interessados em ver o seu quinhão dos direitos audiovisuais baixar devido à centralização, olham com agrado para uma Liga com menos equipas. A ver se isso, desta vez, é suficiente.
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