Não é de hoje que política e futebol se cruzam. O que não falta é políticos de profissão que arranjam ocupação provisória num clube ou numa qualquer federação ou outro organismo público ligado ao desporto. Do mesmo modo que os governantes raramente desperdiçam a oportunidade de aparecerem num grande evento (este domingo, em Munique, lá estarão o Presidente da República e o primeiro-ministro a assistiram à final da Liga das Nações). As instâncias desportivas também gostam desta relação, porque assim sempre vão alimentando a esperança de virem a ser mais beneficiados pelo Estado.
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