O Parlamento aprovou na generalidade a legalização da eutanásia. Era inevitável. Não falo da maioria conjuntural que decidiu avançar sem passar cartão aos portugueses. A questão é mais ampla: legalizar a eutanásia é a expressão de um novo tempo que considera a velhice e a doença como males intoleráveis. Ou a vida é uma festa permanente, ou não vale a pena cá andar.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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