Discutiu-se esta semana o Plano de Recuperação e Resiliência no Parlamento. Discutiu-se, vírgula: o governo apresentou as ‘linhas gerais’ e o principal partido da oposição não apresentou coisa nenhuma. O que permite concluir que, para o PSD, o dr. António Costa é a pessoa indicada para gastar os quase 13 mil milhões de euros que a Europa nos quer entregar de bandeja.
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Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
Tivesse o ensino público cumprido o seu papel e os camaradas dominariam o básico sobre a sua própria ideologia.
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