Proibir marchas de extrema-direita contra minorias? Entendo a tentação. A Câmara de Lisboa devia ter resistido a ela, permitindo (e vigiando) a manifestação dos nossos radicais contra a imigração islâmica. Na década de 70, nos Estados Unidos, um partido neonazi também queria marchar por um bairro maioritariamente judaico, onde viviam muitos sobreviventes do Holocausto. As autoridades locais fizeram o mesmo que Carlos Moedas: proibiram. O Supremo Tribunal, chamado a decidir, proibiu a proibição: por mais repelente que seja um discurso, ele também é protegido pela Primeira Emenda. Pelo menos, até o discurso se converter em acção.
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