Além de título de canção popular, este apita o comboio é alerta contra o modo como se esvai a urgência da reforma da ferrovia em Portugal. A imprescindibilidade da mudança da bitola existente que é diferente da europeia e não permite a circulação de comboios portugueses para além dos Pirenéus, bem como as metas do Dia Internacional do Ar Limpo, ontem assinalado, deviam chegar para nos apressar. O ministro Pedro Nuno Santos tem, contudo, fobia a reformas que considera álibi para o capitalismo aprimorar a exploração, e como sempre falta dinheiro, mandou às urtigas a aposta no ferroviário.
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