Vivemos num mundo de guerras em que cola à perfeição a cena final do filme 'Dr. Estranho Amor', do realizador Stanley Kubrick, com um piloto louco a cavalgar uma bomba atómica rumo ao alvo. Na realidade, a insanidade avança todos os dias e sente-se a inquietação de perigo iminente. A angústia é que mais pode ainda acontecer nesta vertigem de apocalipse. Pelo que se constata, a ordem é para atacar, disparar, bombardear, matar, arrasar. Os assassinatos políticos somam mortes no Irão, provocando pavor que dificilmente poderá florir liberdade. Eliminado Ali Khamenei, faltam notícias do alegado futuro líder supremo de quem, até agora, só houve uma mensagem lida por interposto comunicador. Admite-se que esteja ferido com gravidade desconhecida, até porque todos os dias há notícias do dizimar da cúpula do poder em Teerão. No outro lado do mundo, confiante na distância protetora, os EUA mostram um imenso poderio bélico, mas estratégia política incipiente. Ouve-se de tudo e o seu contrário e as constantes mudanças na equipa revelam que não se está a ganhar. A saída mais recente foi do diretor do Centro Nacional de Luta Contra o Terrorismo, Joe Kent. Para o mundo sobeja inquietação. Perante os perigos iminentes deseja-se Paz.
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A insanidade avança todos os dias e sente-se a inquietação na vertigem do apocalipse.
Difícil mesmo será convencer os cidadãos de que "quando o poder político fala é para valer".
Comédia do que se diz e faz ao contrário, raia o ridículo dos filmes de estarolas.
Vivemos num País em que todos os dias há notícias de violência doméstica.
Mesmo as pessoas alheias têm ideia que se trata de um tempo especial.
Houve uma estoica vontade dos cidadãos de expressarem a sua escolha.
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