O poder pica de forma tão nefasta como a vespa-asiática. Dir-se-á que não mata, mas revela-se muitas vezes fatal, até para os melhores projetos políticos. Não se entende como o primeiro-ministro António Costa se envolve na campanha de Luís Filipe Vieira pela presidência do Benfica quando, já na liderança do Executivo, recordou à equipa governamental que "nem à mesa do café podem deixar de se lembrar que são membros do Governo". Este alerta aconteceu na primavera de 2016, quando o ministro da Cultura, João Soares, acabou a pedir desculpas e fora do Governo, por causa de excessos de linguagem nas redes sociais. Daí para cá adormeceu muito a sensibilidade de Costa à indignação dos cidadãos.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O assalto à Lua está de volta quase 57 anos após o primeiro passeio lunar.
As sete revisões constitucionais já efetuadas resolveram os problemas.
O alarme já se ouve a muitos agentes económicos.
A insanidade avança todos os dias e sente-se a inquietação na vertigem do apocalipse.
Difícil mesmo será convencer os cidadãos de que "quando o poder político fala é para valer".
Comédia do que se diz e faz ao contrário, raia o ridículo dos filmes de estarolas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos