A Quaresma, palavra com origem no latim e que significa 40 dias, representa um período importante na vida religiosa dos cristãos. Mesmo as pessoas alheias têm ideia que se trata de um tempo especial com jejuns e abstinências. As suas tradições remontam ao século IV, após o reconhecimento do cristianismo pelos imperadores de Roma. Naturalmente, as práticas de penitência sofreram muitas alterações ao longo dos séculos, com escolhas controversas. A chamada de atenção para este tema resulta de uma dessas novidades. O Papa Leão XIV, atual líder dos católicos, expressa na sua Mensagem da Quaresma 2026 o apelo a uma forma de abstinência concreta e curiosa que é a das “palavras que atingem e ferem o nosso próximo”. E explica: “Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, (…), às calúnias”. O caminho aponta a “aprender a medir as palavras” tanto na vida quotidiana, como nas redes sociais ou nos debates políticos. A preocupação é prevenirmo-nos contra as falsas verdades com que tiranos e aprendizes de todos os géneros e ideologias nos ameaçam com medos e opressão. Leão XIV escreve que “assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz”. Pode valer a pena.
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