As respostas constrangedoras dominam a entrevista ao primeiro-ministro, António Costa, avançada no fim de semana pelo semanário ‘Expresso’. Numa de pôr os cabelos em pé, ele afirma: "Se há uma coisa que gostaria, era ter o orçamento da Alemanha para poder tomar medidas." A realidade varre-se-lhe depressa do pensamento. Oito meses depois, já não se lembra de que em Portugal também é possível concretizar objetivos considerados inatingíveis, como o superavit nas contas do Estado, apesar de uma maioria estapafúrdia proclamar que a vida é feita de défices. Se em vez de um, se conseguissem vários superavits, António Costa poderia, provavelmente, tomar medidas como a Alemanha, que anunciou um rendimento garantido incondicional durante 24 meses.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O assalto à Lua está de volta quase 57 anos após o primeiro passeio lunar.
As sete revisões constitucionais já efetuadas resolveram os problemas.
O alarme já se ouve a muitos agentes económicos.
A insanidade avança todos os dias e sente-se a inquietação na vertigem do apocalipse.
Difícil mesmo será convencer os cidadãos de que "quando o poder político fala é para valer".
Comédia do que se diz e faz ao contrário, raia o ridículo dos filmes de estarolas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos