É grande o entusiasmo com a candidatura de Kamala Harris à presidência dos EUA, dentro e fora daquele país, por parecer um antídoto contra Donald Trump. Infelizmente, tal como o próprio Trump, a entronização de Harris enquanto candidata levanta imensas questões sobre a saúde da democracia americana.
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O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
Presidente da República não é chefe de facção, mas um poder moderador; intervém para equilibrar mecanismos políticos.
Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
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