Está por terminar o julgamento que deu que falar na passada semana e que opôs Joana Marques, a radialista/humorista aos Anjos, músicos/cantores. A questão é: como chegámos aqui? Por que razão dois músicos com uma carreira construída e estável, muitos êxitos em carteira, se dão ao trabalho de ir a tribunal defender uma posição desnecessária e que só poderá servir, se for o caso, para servir de ‘exemplo’ a casos futuros. Não sei quem aconselhou os irmãos Nélson e Sérgio Rosado a levar este caso - uma tontice, sem importância nenhuma - a últimas instâncias. Não sei quem disse que isto ‘podia servir de exemplo’ ou se foi ideia dos próprios. Uma coisa sei: que é absolutamente desnecessário e que de produtivo para a carreira dos cantores nada tem. Se calhar era bom ter pensado nisso a tempo...
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Crítica do influenciador atira-nos para a questão dos limites.
O texto de 'amor à prova' dá 10 a 0 a 'páginas' mas estaganha por K.O.
Num momento de tanta angústia, é bom ver Seguro ‘curtir’ ‘125 Azul’ dos Trovante.
O título desta crónica é o de um filme do qual muito se ouviu falar nesta madrugada em Hollywood, na grande noite dos Óscares, mas podia também ser ao resumo da vida de Nuno Markl nos últimos meses.
Vêm novelas, vêm reality shows e ‘O Preço Certo’ continua a reinar.
Vamos ter muitas saudades do Marcelo, o que ria sem pudores.
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