Portugal e o mundo despediram-se ontem dos irmãos Diogo Jota e André Silva, de 28 e 25 anos, dois jovens talentosos, bons e humildes a quem a vida foi roubada num trágico acidente de carro que chocou qualquer pessoa. Aconteceu em Espanha, teve desfecho rápido, os corpos depressa regressaram à terra natal e família e amigos prestaram última homenagem. Mas se essa ‘rapidez’ na despedida parecia a decisão certa para, no possível, atenuar a dor incalculável da família, tal evidentemente não aconteceu. A sensação de murro no estômago, de mal conseguir acreditar no que aconteceu parece ainda maior. 72 horas depois da tragédia ainda ninguém acordou do pesadelo que vitimou Jota e o irmão. Uma sensação impossível de explicar, um acidente horrível que não iremos esquecer.
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