Luísa Jeremias
Diretora da TV Guia/Flash!Nesta edição do ‘Boa Onda’, Tânia Ribas de Oliveira dá uma entrevista na qual fala de como tem sido muito feliz na estação de serviço público. É natural que tenha sido ao longo de todos estes anos. No fundo, não conheço nenhum apresentador da RTP que não seja feliz - de Malato a Catarina, de Sílvia Alberto a Palmeirim. E a razão é simples: fazem o que gostam, como gostam, sem as pressões do privado, ou seja, sem o “machado sobre a cabeça” sinónimo da pressão das audiências e dos gostos dos espetadores. Mas, no final do dia, é assim tão diferente aquilo que se faz na RTP do que acontece nas concorrentes privadas, em termos de entretenimento? Não, nem por isso. O canal público investe em formatos de sucesso importados - como ‘The Voice’ ou ‘Got Talent’ - que tanto podiam estar ali ou numa SIC ou TVI -, tem entretenimento de manhã, conversas no sofá (com Tânia) à tarde, um concurso que é um fenómeno a fechar o dia. As coisas só mudam realmente no que toca à ficção, fruto das relações com entidades de apoio estatais, e que tanto pode resultar em produtos de qualidade como verdadeiros pesadelos. A diferença é a pressão e a longevidade. Na TV como na vida real.
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