Numa época em que um concurso internacional de canções havia renascido e encontrado uma ideologia inclusiva, aliando nostalgia e tradição a um olhar contemporâneo atento a novas tendências da música, das redes sociais, da +performance cénica, eis que um conflito vem por tudo em causa, inclusivamente a vida e o futuro desse evento. A Eurovisão está em perigo. E tudo por causa do conflito que envolve Israel - país não europeu mas que há décadas participa no certame - e do boicote anunciado por artistas e países caso Israel se mantenha como participante. Espanha, Islândia, Irlanda, Países Baixos e Eslovénia já anunciaram que se retiram da Eurovisão caso Israel se mantenha. Por cá, com o Festival RTP da Canção a ser apresentado - as músicas só desfilam na estação estatal a partir de dia 21 - também já se instalou a polémica. Há concorrentes a garantir que não estarão presentes na Áustria, que recebe este ano o certame, caso sejam os eleitos pelo público para representar Portugal. A questão é: como fica a RTP, canal estatal, nesta história. E mais: até que ponto estas polémicas atingem um festival supostamente apolítico.
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A questão é: como fica a RTP - canal estatal - no meio de toda a polémica.
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