A candidatura de Manuel João Vieira, músico de humor sarcástico desde os primeiros tempos da banda Ena Pá 2000, traz a leveza e o sorriso inevitável a umas eleições que prometem ficar na História. Nas entrevistas que concedeu ao longo da campanha - depois de várias tentativas, conseguiu o número de apoios necessários para concorrer - e, sobretudo, no debate da passada semana com todos os candidatos, recorreu a um discurso desconcertante, que sabemos ser a sua imagem de marca, mas que, no meio de uma narrativa ‘nonsense’, fora do contexto, assente num humor cáustico e corrosivo, nos deixa alertas perturbadores. O candidato Vieira torna-se o nosso “alerta” para a realidade que muitas vezes não queremos ver. É uma espécie de Bobo da Corte, no sentido mais tradicional do que este representava: o que ali está, de quem todos riem, e que no meio da sátira vai dizendo “verdades” envergonhadas. Manuel João não está ali para ganhar, como o próprio diz. Mas nós agradecemos profundamente a sua presença.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O título desta crónica é o de um filme do qual muito se ouviu falar nesta madrugada em Hollywood, na grande noite dos Óscares, mas podia também ser ao resumo da vida de Nuno Markl nos últimos meses.
Vêm novelas, vêm reality shows e ‘O Preço Certo’ continua a reinar.
Vamos ter muitas saudades do Marcelo, o que ria sem pudores.
De acordo com a performance face à concorrência, tudo pode mudar.
Ruy de Carvalho é um força da natureza, é alguém que se move pelo Bem.
A história do macaquinho aborda um tema universal: o amor.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos