Luísa Jeremias
Diretora da TV Guia/Flash!Na passada semana Daniel Oliveira apresentou as primeiras novidades para este ano, fazendo uma espécie de ponto de situação da SIC e colocando as suas estrelas nas redes sociais, revistas de televisão, etc, etc, com pouco, quase nada para contar de novo. Pelo meio, Oliveira acabou por dar as explicações, em pouco em jeito de “achismo” sobre o flop ‘A Minha Mãe com o Teu Pai’, o último reality show (a que a SIC gosta de chamar “experiência social”) apresentado e resultou muito mal. Para o diretor de Programas, a explicação é básica: “o público não aderiu”. Porquê? Não se sabe: noutros países foi um sucesso, em Portugal não, defendeu. Ouvidas estas motivações, a que pergunta que se impõe é: então por que foi feito? por que razão se investiu num formato não-testado em Portugal, cujo êxito não seria óbvio? Na mesma ocasião, Júlia Pinheiro foi mais longe e atirou com outra “acha para a fogueira”: quando este tipo de programas são feitos em direto funcionam melhor. Isso é algo que já foi provado: melhor exemplo é ‘A Quinta’, um flop na SIC, um êxito na versão Quinta das Celebridades’, anos antes, e em direto, na TVI. Assim, detetados os erros, por que se insiste nos mesmos?
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