Luísa Jeremias
Diretora da TV Guia/Flash!Preparamo-nos para um daqueles verões stressados, de sair cedo da praia para ir a correr para a esplanada ou para casa ver a bola ou, daqui por umas semanas, assistir às modalidades preferidas nas olimpíadas. Este ano temos Euro - a bola, aliás, já rola e a nossa Seleção dá que falar - e teremos Jogos Olímpicos - com menos impacto no dia a dia dos portugueses e nas contas das televisões mas, inevitavelmente ambos a mudarem rotinas dos programadores. Qual o resultado prático destes eventos para os canais generalistas e para o cabo? Depende do desempenho de Portugal, em primeiro lugar. Já sabemos que os jogos de Portugal são distribuídos pelos canais generalistas e que influenciarão tanto as contas de canais vencedores e vencidos à proporção da euforia que se gerar em torno de Ronaldo e seus pares e dos resultados nas quatro linhas obtidos. Quanto mais vitórias, mais programas dedicados ao futebol e às suas estrelas, sem contar, claro, com a euforia em dias de jogos. Ganha ainda a estação pública, que oferece os restantes desafios internacionais e que, em clima de vitórias, pode vir a aumentar a ‘clientela’ dos jogos dos concorrentes, nem que seja para confirmar a superioridade de Portugal.
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