O PSD conseguiu colocar-se no centro do debate político nesta fase final das férias com a sua proposta de reforma fiscal. Apanhado de surpresa, o PS tentou primeiro desvalorizar, mas depois foi obrigado a discutir o assunto mais seriamente, dizendo que também o Governo quer baixar os impostos. A proposta é uma boa base de discussão e vai além de simplesmente baixar o IRS, visando racionalizar o conjunto do sistema fiscal. O ‘timing’ também é bom. De facto, embora as partes mais complexas necessitem de maior discussão, a redução das taxas marginais dos escalões aplicar-se-ia já. Ora, no regresso das férias começa a discussão do Orçamento do Estado e, inevitavelmente, a vida útil da proposta prolongar-se-á para os próximos meses.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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