A Guerra de Gaza sempre foi uma guerra de Israel com o Irão por interposto Hamas. Portanto, o ataque do Irão a Israel no sábado foi apenas uma explicitação do que já se sabia. O Hamas deu um grande passo para vencer a guerra no dia em que a começou, com o ataque de 7 de Outubro de 2023. A ‘causa palestiniana’ vinha a cair no esquecimento, à medida que sucessivos países árabes normalizavam relações com Israel. Três quartos de século de falhanços na defesa da dita causa, por derrotas militares às mãos de Israel, domesticaram a arrogância dos países árabes contra a ‘entidade sionista’. A procura de um novo lugar no mundo das monarquias árabes, pensando numa idade depois do petróleo, na qual esperam afirmar-se como a nova Meca (trocadilho propositado) do desporto, da cultura e do turismo, exige as melhores relações com os países ocidentais. Tudo isto levou a que fossem abandonando o seu patrocínio do projeto palestiniano. O espaço vazio foi ocupado pelo Irão, que apoia tudo o que mexe e seja anti-israelita: o Hamas, a Jihad Islâmica da Palestina, o Hezbollah, as várias milícias na Síria e no Iraque ou os Houthis do Iémen.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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