Sempre que os ‘interesses estratégicos’ dos EUA e da UE entram em conflito, regressa o tema da ‘defesa europeia’: a UE precisa de uma política de defesa e de umas forças armadas próprias, para não depender dos EUA, repete-se. Voltou a suceder agora, quando os EUA largam parte das suas responsabilidades na Europa. O problema é que não é fácil fazê-lo, senão já teria acontecido. Nestas alturas, tende-se a lembrar a visão do general Charles de Gaulle de uma Europa independente dos EUA na sua defesa. Mas, apesar do barulho que sempre fez face aos EUA, foi de Gaulle quem integrou a França na NATO em 1949 (ou seja, aceitou a protecção americana) e recusou a Comunidade Europeia de Defesa (CED) em 1952 (ou seja, não aceitou uma política de defesa comum).
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