Um dos maiores fracassos do anterior Governo foi a incapacidade para montar uma comemoração condigna dos 500 anos do nascimento do maior escritor português, Luís de Camões. Poder-se-ia ter passado o ano de 2024 com exposições pelo país sobre Camões, filmes, documentários, edições críticas dos ‘Lusíadas’, ensaios, etc., tudo bem apoiado pelo Ministério da Cultura. O vazio foi tal que nem jornais e televisões lhe dedicaram um bocadinho de espaço. A excepção foi o ‘Correio da Manhã’, graças ao Francisco José Viegas, que todas as semanas vai comentando a obra. Falta-me o engenho e arte para dissertar sobre o valor literário de Camões, mas a sua época foi importante por outros motivos que me são mais familiares.
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