Quem sempre cultivou a relação próxima da Europa com os EUA e uma certa tutela americana no mundo não pode deixar de deplorar o actual exercício do presidente Trump de se afastar dos seus compromissos europeus e mundiais. Mais estranha é a atitude daqueles que sempre deploraram o ‘imperialismo americano’ e agora se queixam desse mesmo exercício de afastamento. Não está o próprio imperialismo americano a fazer o que sempre pediram? No fim de contas, assim se abre espaço para tão louvadas soluções alternativas à ‘hiperpotência’ americana, como o ‘Sul Global’, a ‘Europa’ ou os ‘BRICS’.
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As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
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