Não é a primeira vez e não será a última que abordo o tema da Saúde Mental, concretamente o desprezo a que temos votado uma área tão impactante da Saúde. Quer pela gravidade que podem atingir as várias perturbações e patologias do foro mental, bem como, as repercussões diretas na vida do doente e nos inter-relacionamentos familiares e sociais, a saúde mental deveria ser assumida como uma prioridade nas estratégias nacionais de saúde.
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Quando aceitaremos que urge tratar um país que está doente?
É impossível exigir seriedade quando o exemplo de cima é a opacidade. Assim se mina a democracia.
Trump algemou o mundo inteiro tornando-o impotente para reagir a qualquer outra agressão futura.
O próximo ano assumir-se-á como o de viragem no mundo.
Foi profunda a desilusão ao acordar e constatar a dura realidade.
Fim é sempre o mesmo mais poder blico, territorial e económico.
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