Por vezes lembro-me do camarada Enver Hoxha, expoente do «luminoso» comunismo albanês. Esse ser bisonho, que cravou mil espinhas de miséria na garganta do seu povo, foi celebrado nas burguesas faculdades da Sorbonne. Parisienses finos cantavam o seu nome: alguns serão hoje CEOs ou donos de empresas. Passou-lhes.
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O fim da bica curta é um novo começo.
Os cães da guerra estiveram, como nunca, à solta na Ucrânia.
Os idiotas úteis que se recusam ver o expansionismo de Putin, um dia até a Trump terão de agradecer.
Charlot converte fome e sobrevivência em dança e sonho: um princípio de vida, pois claro.
Há até árabes israelitas que defendem a ocupação de Gaza como única forma de libertar os palestinos do Hamas.
Por maior que seja a certeza de que poesia e política não são espelhos, assistir às contradições de HH, contrastar a sublime grandeza poética com a pequena miséria subserviente, gela quem se queira agarrar ao mito.
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